A Covid continua circulando ao longo de todo o ano e pode apresentar sintomas parecidos com os de outras doenças. Por isso, médicos recomendam atenção a sinais como febre, calafrios, dificuldade para respirar, dor de garganta, congestão nasal, cansaço, dor de cabeça, dores musculares e perda do paladar ou do olfato.
Em entrevista à revista Parade, o médico Gurinder Singh Sidhu afirmou que muitas pessoas ainda subestimam a possibilidade de contrair o vírus em determinados períodos do ano.
Segundo ele, sintomas leves podem ser atribuídos a uma virose comum, ao cansaço ou a mudanças na rotina, o que leva parte dos pacientes a seguir normalmente sem realizar o teste.
“As pessoas podem atribuir os sintomas a coisas como jet lag ou resfriado e continuar como se nada estivesse acontecendo, sem fazer o teste para Covid ou consultar um médico. Isso pode fazer com que transmitam o vírus sem perceber”, explicou.
O médico William Schaffner destacou que os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas alguns permanecem frequentes.
“Os sintomas comuns da Covid continuam a incluir febre ou calafrios, falta de ar ou dificuldade para respirar, dor de garganta, congestão nasal, fadiga, dor de cabeça, dores musculares ou no corpo e perda do paladar ou do olfato”, afirmou.
Náusea, diarreia e outros problemas gastrointestinais também podem aparecer em alguns casos. Já a tosse, a dor de garganta, a congestão nasal e a dor de cabeça podem ser confundidas com alergias ou infecções respiratórias mais leves.
Diante dessa sobreposição de sintomas, a recomendação é realizar o teste sempre que houver suspeita, especialmente após contato com uma pessoa infectada ou diante da piora do quadro.
Schaffner também reforçou que a vacinação continua sendo uma das principais formas de reduzir o risco de doença grave. O uso de máscara em locais muito cheios ou pouco ventilados também pode ajudar a diminuir a transmissão.
Manter uma rotina de sono adequada, controlar o estresse, cuidar da alimentação e evitar contato próximo com outras pessoas durante o período de sintomas são outras medidas recomendadas.
Pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença, incluindo maiores de 50 anos e pacientes com condições de saúde preexistentes, devem procurar atendimento médico logo no início dos sintomas.
“É importante buscar atendimento o mais rápido possível, em vez de esperar que os sintomas piorem”, afirmou Sidhu.






Publicar comentário