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Diddy leva vida de luxo na prisão com massagens, celular ilegal e álcool, diz site

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Sean “Diddy” Combs, 56, estaria mantendo uma rotina de privilégios dentro da prisão federal de Fort Dix, em Nova Jersey, onde cumpre pena de 50 meses. Segundo reportagem publicada pela NBC News, quatro homens que passaram pela mesma unidade do rapper afirmam que ele gasta milhares de dólares por mês para ter outros detentos trabalhando para ele, com serviços que incluem cozinhar, limpar, lavar roupas, arrumar a cama e até fazer massagens.

Os relatos, obtidos sob anonimato, dizem que pessoas de fora da prisão enviariam dinheiro para as contas internas dos detentos que prestam os serviços a Combs. Entre as refeições preparadas especialmente para o músico estariam frango ao curry, pizza e empanadas.

Um dos presos também teria ficado responsável por limpar banheiro e chuveiro antes que o rapper os utilizasse. A NBC afirma ainda ter analisado fotos e vídeos feitos dentro da penitenciária, incluindo imagens que aparentariam mostrar Combs usando um celular.

Além dos serviços, os detentos relatam que Combs teria acesso a itens proibidos dentro da unidade. Segundo as fontes, ele usaria celulares contrabandeados para acessar o Instagram e receber imagens de teor sexual enviadas por uma ex-namorada. O rapper também teria conseguido Remeron, um antidepressivo vendido ilegalmente entre presos, e bebidas alcoólicas. Um dos homens entrevistados pela NBC afirmou ter bebido Hennessy com Combs.

Outro relato envolve um tablet desbloqueado, que permitiria ao músico assistir a filmes e documentários. Entre os conteúdos estaria “Sean Combs: The Reckoning”, série documental da Netflix lançada em 2025 e produzida por 50 Cent, antigo desafeto público do rapper. As informações, porém, são atribuídas às fontes ouvidas pela NBC News e não foram apresentadas como constatações oficiais do Bureau of Prisons.

Combs teria sido colocado em isolamento após uma briga com outro detento em julho e, segundo as fontes, retirado posteriormente do programa de tratamento para dependência química oferecido pela prisão. Ao deixar o isolamento, ele teria retomado a rotina descrita pelos presos.

O Bureau of Prisons afirmou à NBC que não comenta as condições de um detento específico por razões de privacidade e segurança, mas reconheceu que celulares, drogas e armas contrabandeados continuam sendo um problema nas unidades federais.

A equipe de Combs contestou a repercussão da reportagem. Em declaração divulgada pela NBC News, o porta-voz Juda Engelmayer afirmou que a imprensa estaria transformando detalhes da rotina prisional do rapper em notícia e disse que a informação relevante é que ele continua cumprindo a pena enquanto aguarda uma decisão judicial sobre seu recurso.

Combs foi condenado em outubro de 2025 a 50 meses de prisão após um júri considerá-lo culpado, em julho, de duas acusações de transporte interestadual de pessoas para fins de prostituição. Ele foi absolvido das acusações de tráfico sexual e conspiração para extorsão.

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Fonte: Notícias ao Minuto

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