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Justiça do Rio nega pedido de prisão domiciliar humanitária a José Dumont

(FOLHAPRESS) – A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa do ator José Dumont, 76, que cumpre pena em regime fechado por crimes de estupro de vulnerável e posse de pornografia infantil.

A defesa pediu a transferência devido à idade avançada do ator e ao seu estado de saúde, já que ele tem hipotireoidismo. A Justiça solicitou uma avaliação médica, que concluiu que Dumont estaria em estado regular de saúde, lúcido e orientado.

As informações são do jornal “O Globo”. Procurado pela reportagem, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro disse que o caso está sob segredo de Justiça.

Dumont cumpre pena de dez anos e quatro meses de prisão após condenação definitiva pelos crimes de estupro de vulnerável e posse de pornografia infantil. O caso remonta a 2022.

Segundo registros do processo, ele levou para seu apartamento um menino de 11 anos, filho de uma ambulante que trabalhava nas proximidades do prédio onde residia. A decisão aponta que o ator praticou atos libidinosos em pelo menos duas ocasiões. Imagens de câmeras e o depoimento da vítima sustentaram a condenação.

Dumont é conhecido por trabalhos como “Abril Despedaçado” (2001), de Walter Salles, “Lúcio Flávio – O Passageiro da Agonia” (1977), de Hector Babenco, e “Gaijin – Os Caminhos da Liberdade” (1980), de Tizuka Yamasaki.

Em setembro de 2025, a Globo cortou quase 95% das cenas em que o ator aparecia na reprise da novela “Terra Nostra”, exibida originalmente em 1999.

Justiça de São Paulo determinou pagamento por danos morais coletivos após declaração feita pelo influenciador no Flow Podcast, em 2022. Defesa afirma que Monark não apoiou o nazismo e informou que recorrerá da sentença.

Notícias ao Minuto | 06:20 – 17/09/2026

Fonte: Notícias ao Minuto

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