No caso do Brasil e de outros 54 países, a nova taxação será de 12,5%. Canadá, Equador, Indonésia, México, Paquistão e União Europeia serão submetidos a uma taxa de 10%, por causa da tentativa de impedir a importação de produtos que teriam mão-de-obra irregular.
A decisão foi publicada no final da noite desta terça-feira, 2, e resulta de uma investigação contra a importação de bens produzidos com trabalho análogo à escravidão.
O anúncio já era esperado por empresários brasileiros. Caso seja aplicada, a cobrança, no caso do Brasil, se somaria à tarifa de 25% anunciada pelo USTR na véspera, como resultado de uma investigação sobre as práticas comerciais do Brasil.
De acordo com o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado acarretam um cenário no qual o comércio americano compete em desvantagem em nível global.
Confira a lista dos afetados pela nova tarifa:
– África do Sul
– Argélia
– Angola
– Arábia Saudita
– Argentina
– Austrália
– Bahamas
– Bahrein
– Bangladesh
– Brasil
– Camboja
– Canadá
– Catar
– Cazaquistão
– Chile
– China
– Colômbia
– Coreia do Sul
– Costa Rica
– Egito
– El Salvador
– Emirados Árabes Unidos (EAU)
– Equador
– Filipinas
– Guatemala
– Guiana
– Honduras
– Hong Kong
– Índia
– Indonésia
– Iraque
– Israel
– Japão
– Jordânia
– Kuwait
– Líbia
– Malásia
– Marrocos
– México
– Nicarágua
– Nigéria
– Noruega
– Nova Zelândia
– Omã
– Paquistão
– Peru
– Reino Unido
– República Dominicana
– Rússia
– Singapura
– Sri Lanka
– Suíça
– Tailândia
– Taiwan
– Trinidad e Tobago
– Turquia
– União Europeia
– Uruguai
– Venezuela
– Vietnã
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