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Taubaté está entre as dez cidades com menor desperdício de água do Brasil

O município de Taubaté está entre os mais eficientes do país na gestão dos sistemas de abastecimento de água. Segundo o estudo Perdas de Água 2026, divulgado pelo Instituto Trata Brasil nesta terça-feira (2) e elaborado com base em dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa) referentes a 2024, a cidade ocupa a oitava posição entre os 100 municípios mais populosos do Brasil com os menores índices de perdas na distribuição.

Com um indicador de 19,08%, Taubaté apresenta desempenho superior à média nacional, de 39,53%, e já supera a meta de 25% estabelecida pelo Marco Legal do Saneamento para 2033. O resultado reforça uma trajetória consistente do município no controle de perdas e o mantém entre as referências nacionais em eficiência operacional e gestão dos recursos hídricos.

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Além disso, o resultado reflete uma estratégia baseada em investimentos contínuos, modernização da infraestrutura e uso intensivo de tecnologia para identificação e prevenção de perdas de água. Entre 2024 e 2025, a Sabesp investiu cerca de R$ 28,3 milhões em ações voltadas ao combate às perdas no município.

Além do destaque de Taubaté, a Sabesp também se sobressai no ranking nacional ao reunir seis municípios entre os 20 melhores colocados do país: Suzano (1º lugar), Santos (2º), São Bernardo do Campo (7º), Taubaté (8º), Franca (18º) e São Paulo (19º).

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“A redução de perdas é uma das prioridades estratégicas da Companhia. Estamos promovendo uma transformação estrutural que combina investimentos, inovação e inteligência operacional para garantir maior eficiência, segurança hídrica e qualidade dos serviços prestados à população”, afirma Débora Longo, diretora-executiva de Operação e Manutenção da Sabesp.

Perdas reais e não físicas

As perdas de água são inerentes aos sistemas de abastecimento, ou seja, por melhor que seja a condição da infraestrutura e por mais eficiente que seja sua operação e manutenção, não existe perda zero. As perdas são divididas em duas parcelas: reais ou físicas, que são quando os volumes de água não são consumidos por serem perdidos ao longo dos sistemas, principalmente por conta de vazamentos; e as não físicas ou aparentes, que são volumes de água consumidos, mas não medidos e contabilizados, principalmente devido a irregularidades (fraudes e furtos) e à submedição dos hidrômetros dos clientes.



Fonte: agenciaSP

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