Com a chegada do outono e o aumento da circulação de vírus respiratórios, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) reforça o chamado para que a população se vacine contra a gripe. A imunização é a principal forma de prevenir casos graves da doença, reduzir internações e evitar óbitos, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.
A campanha de vacinação de 2026 começou em 28 de março e segue até 30 de maio em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Estado. A vacina está disponível para idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos e gestantes. Além disso, a vacinação contra influenza também está disponível, como estratégia especial, para os grupos prioritários.
O público-alvo no estado de São Paulo representa aproximadamente 18,8 milhões de pessoas. A meta é vacinar 90% das crianças, gestantes e idoso.
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A orientação é que as pessoas dos grupos prioritários que ainda não se vacinaram procure uma unidade de saúde o quanto antes. Até esta quarta-feira (15), mais de 2,5 milhões de doses já foram aplicadas no estado. Os dados atualizados podem ser consultados em nies.saude.sp.gov.br/ses/publico/dosesaplicadas.
A proteção se torna ainda mais importante neste período do ano, quando há maior circulação de vírus respiratórios e aumento de casos de síndrome gripal.
Para esclarecer dúvidas, o Governo de São Paulo disponibiliza o portal Vacina 100 Dúvidas, com informações sobre eficácia, segurança e possíveis efeitos colaterais. O acesso pode ser feito em www.vacina100duvidas.sp.gov.br.
Confira a lista completa dos grupos prioritários de vacinação:
- Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade
- Profissionais de saúde
- Gestantes
- Puérperas
- Professores do ensino básico e superior
- Povos indígenas
- Quilombolas
- Trabalhadores da saúde
- Idosos com 60 anos ou mais de idade
- Pessoas em situação de rua
- Profissionais das forças de segurança e salvamento
- Profissionais das Forças Armadas;
- Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais
- Pessoas com deficiência permanente
- Caminhoneiros
- Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbanos e de longo curso
- Trabalhadores dos correios
- Trabalhadores portuários
- População privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e jovens que cumprem medidas socioeducativas






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