De acordo com o relato da mulher, o episódio teria ocorrido em novembro de 2019, durante uma confraternização realizada na residência da família Schumacher. Apesar de o caso ter acontecido há quase seis anos, a denúncia formal foi registrada apenas em outubro de 2025.
Segundo os documentos apresentados à Justiça, a enfermeira participou do encontro após encerrar seu expediente. Durante a celebração, ela consumiu bebidas alcoólicas e passou mal. Colegas teriam então a levado para um quarto da casa para que pudesse descansar.
A acusação afirma que, algum tempo depois, o piloto australiano Joey Mawson entrou sozinho no cômodo onde a mulher dormia.
Ao despertar, a enfermeira relatou ter encontrado Mawson ao seu lado e afirmou que estava sem roupas. Ela também declarou ter sentido dores nas regiões vaginal e anal e notado manchas de sangue nos lençóis, circunstâncias que a levaram a suspeitar de abuso sexual.
Joey Mawson reconhece que houve relação sexual entre os dois, mas rejeita qualquer acusação de violência. A defesa do piloto sustenta que o encontro foi consensual e contesta a versão apresentada pela denunciante.
O caso agora será analisado pela Justiça suíça, que deverá ouvir testemunhas e avaliar as provas reunidas durante a investigação antes de chegar a uma decisão.
Além do processo criminal, Mawson enfrenta atualmente outra controvérsia fora das pistas. O piloto também cumpre uma suspensão relacionada a um caso de doping no automobilismo.






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