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Demi Moore diz que combater IA em Hollywood é “batalha perdida”

Demi Moore comentou sobre o avanço da Inteligência Artificial na indústria do entretenimento e afirmou que tentar impedir o crescimento da tecnologia é uma “batalha perdida”. Para a atriz, o melhor caminho é aprender a trabalhar ao lado da IA, e não combatê-la.

A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa no Festival de Cannes de 2026, realizada nesta terça-feira, 12 de maio, na França.

Questionada sobre o impacto da Inteligência Artificial em Hollywood e no setor audiovisual, Demi Moore classificou o tema como uma questão complexa e cada vez mais inevitável.

“A Inteligência Artificial já é uma realidade. Tentar combatê-la é, de certa forma, lutar uma batalha que vamos perder. Por isso, encontrar formas de trabalhar com ela me parece um caminho mais inteligente”, afirmou.

A atriz também foi perguntada se acredita que a indústria está fazendo o suficiente para proteger a arte produzida por seres humanos diante do avanço tecnológico.

“Eu não sei. Minha tendência é dizer que provavelmente não”, respondeu.

Apesar disso, Demi afirmou que não acredita que a IA consiga substituir aquilo que considera a essência da criação artística.

“Existem aspectos incríveis na possibilidade de usar essa tecnologia, mas a verdade é que não há motivo para medo. O que ela jamais conseguirá substituir é a origem da verdadeira arte, que vem da alma e do espírito das pessoas. Isso nunca poderá ser recriado por algo puramente técnico”, declarou.

A atriz, que atualmente integra o elenco do filme The Substance, faz parte do júri oficial do Festival de Cannes neste ano. Ao lado dela estão nomes como Ruth Negga, Stellan Skarsgård, Park Chan-wook e Chloé Zhao.

As declarações de Demi Moore acontecem poucos dias depois da divulgação das novas regras do Golden Globe Awards para o uso de Inteligência Artificial nas produções que disputarão a edição de 2027.

A organização informou que o uso de IA, incluindo ferramentas de IA generativa, não será motivo automático de desclassificação das obras concorrentes.

“O uso de Inteligência Artificial pode fazer parte do processo de produção, desde que a direção criativa, o julgamento artístico e a autoria humana continuem sendo predominantes”, afirmou a organização.

Os responsáveis pela premiação também ressaltaram que a tecnologia não poderá substituir as principais contribuições criativas realizadas por artistas e profissionais humanos.
 
 
 
 

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Folhapress | 07:40 – 13/05/2026

 
 
 
 

 

Fonte: Notícias ao Minuto

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