Nem após a morte: modelo assassinada tem cabeça levada de túmulo
Quase seis meses após ser assassinada pelo ex-namorado, a modelo italiana Pamela Genini voltou a ser vítima de um crime chocante. O túmulo da jovem foi violado no cemitério de Strozza, na região de Bérgamo, e o corpo encontrado sem a cabeça.
A descoberta foi feita na última semana, quando o caixão precisou ser reaberto para transferência. Funcionários do cemitério perceberam sinais de violação, como parafusos soltos e indícios de manipulação recente. Ao verificarem o interior, constataram que o corpo havia sido decapitado.
A polícia italiana abriu uma investigação por vilipêndio de cadáver e furto de restos mortais. Até o momento, não há suspeitos identificados, mas autoridades trabalham com a hipótese de que mais de uma pessoa tenha participado da ação, devido à complexidade do crime.
Pamela Genini tinha 29 anos e foi assassinada em outubro de 2025, em Milão. Segundo as investigações, ela foi esfaqueada durante uma discussão com o então namorado, Gianluca Soncin, de 52 anos. O crime teve grande repercussão na Itália, especialmente pela brutalidade. A jovem teria sido atingida com dezenas de facadas.
Antes de morrer, Pamela chegou a demonstrar medo do agressor em mensagens enviadas a pessoas próximas, o que reforçou a linha de investigação de violência doméstica.
Quem era Pamela Genini
Natural de Strozza, uma pequena cidade no norte da Itália, Pamela demonstrava interesse pela moda desde criança e começou a participar de ensaios fotográficos ainda aos 8 anos. Na adolescência, decidiu seguir carreira no setor e passou a atuar em campanhas publicitárias.
Aos 19 anos, ganhou maior visibilidade ao participar de um reality show, o que ampliou sua presença nas redes sociais, onde compartilhava bastidores de trabalhos e viagens.
Além da carreira como modelo, Pamela também empreendia. Era sócia de uma marca de biquínis e atuava no mercado imobiliário de luxo, administrando imóveis em regiões turísticas valorizadas.






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