Gwyneth Paltrow comentou de forma aberta as cenas íntimas que gravou com Timothée Chalamet no filme Marty Supreme e admitiu que a diferença de mais de 20 anos entre os dois causou estranheza no início.
A atriz falou sobre o tema durante uma sessão de perguntas e respostas realizada em 9 de janeiro, em Santa Monica, na Califórnia, após a exibição do longa. Ao lado de Demi Moore, Paltrow contou que Chalamet tinha cerca de 27 ou 28 anos na época das filmagens, enquanto ela estava na casa dos 50.
“É estranho, claro. Pensei que, se fosse estranho para mim, seria ainda pior para ele”, disse. Segundo a atriz, no entanto, a experiência foi mais tranquila do que imaginava. “No fim, não foi tão estranho assim. Correu tudo bem.”
Paltrow revelou ainda que ficou apreensiva por voltar a gravar cenas de sexo depois de um longo período sem esse tipo de trabalho. “Havia muitas cenas íntimas, e isso me deixou um pouco preocupada, mas foi tudo muito natural”, afirmou, em declarações citadas pela revista People. Ela também elogiou o colega de elenco, descrevendo-o como “brilhante, dedicado, tranquilo e confiante”.
Quem não lidou tão bem com a situação foi Moses, filho mais novo da atriz, de 19 anos, fruto do casamento com Chris Martin, vocalista do Coldplay. “Coitado do meu filho. Quando ele foi à pré-estreia em Los Angeles, queria desaparecer”, brincou Paltrow, ao comentar o desconforto do jovem com as cenas do filme. Além de Moses, a atriz também é mãe de Apple, de 21 anos. Ela e Martin ficaram casados por mais de uma década e anunciaram a separação em 2014.
Marty Supreme acompanha Timothée Chalamet no papel de Marty Mauser, um vendedor de sapatos obcecado em se tornar o melhor jogador de tênis de mesa do mundo, na Nova York dos anos 1950. O desempenho rendeu ao ator um Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme Musical ou Comédia, entregue em 11 de janeiro, em Los Angeles. Na cerimônia, Chalamet esteve acompanhado da namorada, Kylie Jenner.
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